Viajando exaustos pelo novo mundo os heróis procuram uma estalagem para descansar, pois só o acampamento não foi suficiente para restabelecer as energias.
Ao atardecer eles encontram uma pequena vila tão pequena que não tinha nome eles procuram o mais rápido possível às estalagens e conseguem descansar em paz.
Na manhã seguinte o mesmo passaro que foi ao acampamento bica na janela com uma mensagem de Hikaru, os heróis não demoram em desamarrar e ler o que estava escrito no papel e nele havia escrito: ASTRID ESTA EM NA REGIÃO DE COMBAKI PESSA PARA ELA AJUDAR VOCÊS A ENCONTRAR OS TEMPLOS DOS DEUSES MAIS PRÓXIMOS. ASS: HIKARU.
Muito motivados e apressados começa a busca pela Astrid no vilarejo mesmo eles começam a perguntar sobra a amiga cartomante as pessoas do vilarejo vão respondendo:
- Já ouvi falar falam que é uma milagreira.
- ela costuma vir neste vilarejo de vez em quando, e sempre que a vejo ela esta na taverna.
Um homem na taverna revela uma pista importante – Eu a vi aqui recentemente e estava falando algo sobre ir ao Templo do Sol, só não sei onde fica você pode perguntar ao ministro da segurança de Kombaki que esta no vilarejo.
Não foi difícil para os heróis encontrarem o ministro, pois era uma figura importante onde chamava atenção por onde passava, ao conseguir se aproximar do ministro os heróis perguntam onde fica o Templo do Sol o ministro simpático e meio apressado responde logo – O Templo do Sol era aberto para visitantes, mas a Cidade do Castelo do Império do Norte reivindicou a área para si com medo das guerras locais prejudicarem o Templo, para poder ir ao Templo vocês precisam de uma permissão especial do rei, indo ao oeste contornando a montanha vocês acharam a Cidade do Castelo do Império do Norte e a montanha que vocês estarão contornando é onde esta o Templo do Sol.
Viajando ao Castelo para pegar a ordem especial os heróis escutam um grito de uma moça eles correm em direção ao som e vêem um Throw enorme atacando uma carroça com uma família dentro, não pensando duas vezes eles derrotam o grande Throw muito gratos à família oferece aos heróis uma carona a Iperium Touwn.
Chegando a ela os olhos crescem com o abrir dos portões de aço azulado, o som das pessoas da cidade é ouvido imediatamente ao atravessar o portão, as ruas era abarrotadas de pessoas na sua maioria mercadores e feirantes e é claro muitos consumidores, a cidade possui uma arquitetura incomum muito evoluída, as construções parecem sido lapidadas a mão, pois nas paredes havia muitas imagens fora que a cidade era toda decorada com lindas estatuetas do rei e de sua família real.
Os heróis focados vão direto ao palácio lindo gigantesco lapidado artisticamente como as construções da cidade em frente aos portões dourados há um homem mal humorado que se intitulou supervisor da segurança do palácio, nossos heróis foram tratados com muita grosseria por este homem que não os quis escutar e os expulsa do local, não satisfeitos e também desconfiados os heróis escolhem um para seguir o supervisor que após expulsá-los caminha rápido para a lateral do palácio, em quanto isso o restante se dirige a uma taberna e aguarda o herói espião.
o supervisor entra em uma sala de ferramentas ou algo do tipo logo atrás vem uma pessoa com aspecto de capitão todo vestido como tal, o nosso herói espião escala a pequena cabana e começa a ouvir a conversa dos dois – Temos que capturar a princesa hoje mesmo assim que vossa majestade for dormir – Sem escutar o restante o heróis corre aos outros heróis na taberna e explica aos demais o que aconteceu, num salto de suas cadeiras todos partem para o palácio para impedir tal tragédia lá é encontrado um novo supervisor só que este era mais simpático porem duvidou do que acabara de ouvir ele pede para os heróis aguardarem em quanto ele ia verificar se o rei podia atendê-los, ao entrar no salão sem que fechasse a grande porta dourada ouve-se uma explosão a parede lateral do palácio vem abaixo enquanto sobe uma nuvem de pó, assim que a mesma baixa é visto o supervisor com um grupo grande de guardas que apoiavam a revolução, o senhor simpático fica empacado e grita a seguir – O que pensa que esta fazendo Kishiro!? - Kishiro responde em um tom sarcástico – Este rei é muito mole nós temos estrutura para conquistar o novo mundo, invés de ficar governando uma região medíocre como esta, não tolero corpo mole!!!
O senhor indignado com tamanho absurdo responde – Não posso permitir que você prossiga com essa traição... – antes que terminasse seu discurso heróico o velho supervisor recebe um ataque mágico e cai inconsciente, então um estrondo de um pé batendo na porta é ouvido trata-se do rei Kimera Norris que entra no salão principal onde esta acontecendo o ataque dos revolucionários junto de seu ponta pé ele grita – Que bagunça é essa aqui no salão principal?! – Kishiro olha para o rei e responde rápido – Poderoso rei Kimera Norris então resolveu aparecer – O rei apertava os olhos varias vezes para crer no que estava vendo enquanto argumentava – O que significa essa rebelião? Kishiro parece ter perdido a paciência, com o rosto corado grita – Cale-se! Disparando uma maldição em cima do rei que cai no chão e aos poucos se vê virando pedra, nisso Kishiro mandam os seus soldados atacarem os heróis que com uma combinação de ataques e defesas abate os soldados, Kishiro inconformado com a intromissão dos heróis e resolve tomar frente a batalha, suas magias causam muitos danos e Kishiro se mostra um adversário difícil de abater mas não consegue conter as ações dos heróis Kishiro cai morto no salão principal, já o velho supervisor mesmo ferido consegue junto a alguns heróis da classe mágica despetrificar o rei.
O rei agradece aos heróis e os recompensa com algumas unidades de ouro valiosas em Zephiro por gerar bastante Rups (moeda do jogo) o rei convida eles também para uma estadia no castelo para curar seus ferimentos então quase dois dias se passam e antes de partirem o rei Kimera entrega aos heróis a permissão especial para entrarem na montanha do Templo do Sol, parte agora os jovens em busca de Astrid a cartomante nômade para ajudá-los na missão dada por Hikaru.
Fim do ato n°2
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